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	<title>Centro Studi La Runa &#187; Adriano Romualdi</title>
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	<description>Archivio di storia, tradizione, letteratura, filosofia</description>
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		<title>Para Adriano Romualdi</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Dec 2009 10:39:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julius Evola</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Com a morte do Adriano Romualdi a nova geração de Destra acaba de perder um dos seus representantes mais qualificados]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.centrostudilaruna.it/para-adriano-romualdi-2.html' addthis:title='Para Adriano Romualdi '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><img src="http://www.centrostudilaruna.it/category-icons/romualdi48x48.JPG" width="48" height="48" alt="" title="Adriano Romualdi" /><img src="http://www.centrostudilaruna.it/category-icons/evola48x48.JPG" width="48" height="48" alt="" title="Julius Evola" /><br/><p style="text-align: justify;"><a href="../sezioni/autori/adriano-romualdi"><img style="border: 0pt none ; margin: 10px;" src="../immagini/romualdi.jpg" border="0" alt="Adriano Romualdi" width="296" height="446" align="right" /></a>Com a morte, ocorrida em circunstâncias brutais, do nosso muito querido jovem amigo <a title="Adriano Romualdi" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/adriano-romualdi">Adriano Romualdi</a>, a nova geração de Destra e de inspiração “tradicional” acaba de perder um dos seus representantes mais qualificados. No meu meio, poucos tinham uma cultura tão extensa e diversificada, fundada sobre o conhecimento directo de vários idiomas, como a sua. O seu estilo era limpo e preciso e sabia sempre extrair o essencial de um problema. Os diferentes ensaios que escreveu, começando pela sua ampla introdução ao livro de <a title="Guenther" href="http://www.centrostudilaruna.it/autore/hans-f.-k.-guenther/">Günther</a> sobre a <a title="religiosidade" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/temi/religione">religiosidade</a> <a title="indo-europeia" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/storia/indoeuropei">indo-europeia</a>, mereciam ser reeditados e publicados num só volume.</p>
<p style="text-align: justify;"><a title="Adriano Romualdi" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/adriano-romualdi">Adriano Romualdi</a> quis também consagrar um ensaio – o melhor que conheço – à minha actividade e aos meus livros. Publicado pelo editor Volpe, que tinha por ele uma grande estima, esta obra foi reimpressa há dois anos. Creio saber que <a title="Adriano Romualdi" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/adriano-romualdi">Adriano Romualdi</a> tinha em projecto uma nova versão, mais sistemática, da sua apresentação do velho mundo <a title="indo-europeu" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/storia/indoeuropei">indo-europeu</a> que exercia sobre ele uma forte atracção e no qual se reconhecia de forma particular.</p>
<p style="text-align: justify;">O projecto de um estudo vivo baseado em documentação rigorosa. Compreendia o que chamamos “Mundo da Tradição” e sabia que era desse mundo que se deviam extrair os fundamentos de uma séria política cultural de Direita. Admirador de Nietzsche – do melhor Nietzsche – <a title="Adriano Romualdi" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/adriano-romualdi">Adriano Romualdi</a> afirmava a preeminência dos valores aristocráticos, guerreiros e heróicos. Estava, por esta razão, especialmente atraído pela ideia de uma Ordem, pelo espírito templário e a mentalidade prussiana até às suas heranças mais recentes. Também se inclinava pelos inícios da romanidade, a de Catão e os cônsules, do direito e do justo, e não teve o menor problema em dizer que esta Roma foi a Prússia da <a title="antiguidade" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/storia/storia-antica">Antiguidade</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Os materiais que havia reunido com seriedade e perseverança poderiam constituir a base de muitos ensaios importantes. A sua entrada na Universidade, recémnomeado professor em Palermo, permitia-lhe uma esfera de influência mais vasta e a possibilidade de dar uma formação espiritual a um certo número de jovens. Não há duvida de que o mundo da acção atraía <a title="Romualdi" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/adriano-romualdi">Romualdi</a> mais do que o da contemplação. Quiçá isto fosse nele um limite. Não considerava a transcendência tal e como a entende a metafísica. A este respeito recordo uma conversa mantida com ele três dias antes da sua morte (vinha ver-me frequentemente e trabalhar na minha biblioteca). Ao falar da máxima que diz “a vida é uma viagem durante as horas da noite” tive a ideia de perguntarlhe o que pensava do mundo ultra tumba. Respondeu-me que para ele evocava uma sobrevivência do tipo “larvar” (para retomar o adjectivo que empregou). Indiquei-lhe que, segundo as antigas tradições em que cria, não era o único fim possível. O Hades era certamente considerado como um destino inevitável para a maioria dos homens, mas a ele opõe-se a concepção de uma imortalidade privilegiada e luminosa, com o simbolismo da Ilha dos Heróis, dos Campos Elísios e outros lugares análogos ao Valhalla das crenças nórdicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Evocamos os ensinamentos correspondentes à multiplicidade dos destinos, determinados por aquilo que cada um realizou durante a sua vida, pelo que cada um colocou acima de si próprio e essencialmente, por um impulso lúcido até à transcendência. Num dos textos mais característicos diz-se que, após três dias de “desvanecimento”, a alma do morto tem experiência da Luz Absoluta. É determinante saber identificar-se com essa Luz, reconhecer a própria natureza. Só então se alcança a “libertação”. Espero que <a title="Adriano Romualdi" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/adriano-romualdi">Adriano Romualdi</a>, depois de ter deixado aqui em baixo o seu efémero envoltório, tenha conhecido este despertar. No fundo, e mesmo não tendo uma consciência precisa, tal era o fim a que tendia a sua actividade. Para além das suas simpatias pelo mundo da acção, do combate, das “afirmações soberanas e das negações<br />
absolutas” (no dizer de Donoso Cortés) para onde avança a nossa época confusa e em crise, este componente não podia deixar de estar presente nele. Já muito tinha amadurecido.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.centrostudilaruna.it/para-adriano-romualdi-2.html' addthis:title='Para Adriano Romualdi ' ><a href="http://www.centrostudilaruna.it//addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;username=xa-4d2b47597ad291fb" class="addthis_button_compact">Share</a><span class="addthis_separator">|</span><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Para Adriano Romualdi</title>
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		<pubDate>Fri, 09 May 2008 20:38:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Julius Evola</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recuerdo de Adriano Romualdi a cargo de Julius Evola]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.centrostudilaruna.it/para-adriano-romualdi.html' addthis:title='Para Adriano Romualdi '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><img src="http://www.centrostudilaruna.it/category-icons/romualdi48x48.JPG" width="48" height="48" alt="" title="Adriano Romualdi" /><img src="http://www.centrostudilaruna.it/category-icons/evola48x48.JPG" width="48" height="48" alt="" title="Julius Evola" /><br/><p style="text-align: justify;">Con la muerte, sobrevenida en circunstancias brutales, de nuestro muy querido joven amigo <a title="Adriano Romualdi" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/adriano-romualdi" target="_self">Adriano Romualdi</a>, la nueva generación de Destra y de inspiración “tradicional” acaba de perder a uno de sus representantes más cualificados. En mi ambiente, pocos tenían una cultura extensa y diversificada fundada sobre el conocimiento directo de varios idiomas, como la suya. Su estilo era limpio y preciso y sabía siempre extraer lo esencial de un problema. Los diferentes ensayos que ha escrito, comenzando por su amplia introducción al libro de <a title="Hans Friedrich Karl Guenther" href="http://www.centrostudilaruna.it/autore/hans-f.-k.-guenther/" target="_self">Günther</a> sobre la <a title="Religiosidad" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/temi/religione" target="_self">religiosidad</a> <a title="indoeuropea" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/storia/indoeuropei" target="_self">indoeuropea</a>, merecerían ser reeditados y publicados en un solo volumen. <a title="Adriano Romualdi" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/adriano-romualdi" target="_self">Adriano Romualdi</a> quiso también consagrar un ensayo –el mejor que conozco– a mi actividad y mis libros. Publicado por el editor Volpe, que tenía por él una gran estima, esta obra ha sido reimpresa hace dos años. Creo saber que <a title="Adriano Romualdi" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/adriano-romualdi" target="_self">Adriano Romualdi</a> tenía en proyecto otra nueva versión, más sistemática, de su presentación del viejo mundo <a title="indoeuropeo" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/storia/indoeuropei" target="_self">indoeuropeo</a> que ejercía sobre él una fuerte atracción y en el que se reconocía de forma particular. El proyecto de un estudio vivo basado en una documentación rigurosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Comprendía lo que llamamos “Mundo de la Tradición” y sabía que era de ese mundo de donde había que extraer los fundamentos de una seria política cultural de Derecha. Admirador de Nietzsche –del mejor Nietzsche–, <a title="Adriano Romualdi" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/adriano-romualdi" target="_self">Adriano Romualdi</a> afirmaba la preeminencia de los valores aristocráticos, guerreros y heroicos. Estaba, por esta razón, especialmente atraído por la idea de una Orden, por el espíritu templario y la mentalidad prusiana hasta sus supervivencias más recientes. También se inclinaba por los inicios de la romanidad, la de Catón y los cónsules, del ius y del fas, y no tuvo el menor inconveniente en decir que esta Roma fue la Prusia de la <a title="antiguedad" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/storia/storia-antica" target="_self">Antigüedad</a>. Los materiales que había reunido con seriedad y perseverancia habrían podido constituir la base de muchos ensayos importantes. Su entrada en la Universidad, recién nombrado profesor en Palermo, le ofrecía ya una esfera de influencia más vasta y la posibilidad de dar una formación espiritual a un cierto número de jóvenes.</p>
<p style="text-align: justify;">No hay duda de que el mundo de la acción atraía más a <a title="Adriano Romualdi" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/adriano-romualdi" target="_self">Romualdi</a> que el de la contemplación. Quizás esto fuese en él un límite. No consideraba la trascendencia tal y como la entiende la metafísica. A este respecto recuerdo una conversación mantenida con él tres días antes de su muerte (venía a verme frecuentemente y a trabajar en mi biblioteca).</p>
<p style="text-align: justify;">Al hablar de la máxima que dice que “la vida es un viaje durante las horas de la noche” tuve la idea de preguntarle qué pensaba del mundo de ultratumba. Me respondió que para él evocaba una supervivencia de tipo “larvario” (para retomar el adjetivo que empleó). Le indiqué que, según las antiguas tradiciones en las que creía, no era el único fin posible. El Hades ciertamente, era considerado como un destino ineluctable para la mayoría de los hombres, pero se le opone la concepción de una inmortalidad privilegiada y luminosa, con el <a title="simbolismo" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/temi/simboli" target="_self">simbolismo</a> de la Isla de los Héroes, de los Campos Elíseos, y de otros lugares análogos al Walhalla de las creencias nórdicas.</p>
<p style="text-align: justify;">Evocamos las enseñanzas concernientes a la multiplicidad de los destinos, determinados por aquello que cada uno ha realizado durante su vida, por lo que cada cual ha puesto por encima de él y esencialmente, por un impulso lúcido hacia la trascendencia. En uno de los textos más característicos, se dice que tras tres días de “desvanecimiento” el alma del muerto tiene la experiencia de la Luz Absoluta. Es decisivo saber identificarse con esa luz, reconocer la propia naturaleza. Sólo entonces se alcanza la “liberación”.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero que <a title="Adriano Romualdi" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/adriano-romualdi" target="_self">Adriano Romualdi</a>, tras haber dejado aquí abajo su efímero envoltorio, haya conocido este despertar. En el fondo, e incluso si no tenía una conciencia precisa, tal era el fin al que tendía su actividad. Más allá de sus simpatías por el mundo de la acción, del combate, de las “afirmaciones soberanas y de las negaciones absolutas” (al decir de Donoso Cortés) hacia el que avanza nuestra época confusa y en crisis, este componente no podía dejar de estar presente en él. Mucho era lo que había madurado.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.centrostudilaruna.it/para-adriano-romualdi.html' addthis:title='Para Adriano Romualdi ' ><a href="http://www.centrostudilaruna.it//addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;username=xa-4d2b47597ad291fb" class="addthis_button_compact">Share</a><span class="addthis_separator">|</span><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Finis Europae</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 19:42:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Adriano Romualdi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Le guerra cuje fin se celebra non esseva solo guerra civil e mundial ma le tragedia historic que ha portate al disthronamento de Europa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.centrostudilaruna.it/finis-europae-portugal.html' addthis:title='Finis Europae '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><img src="http://www.centrostudilaruna.it/category-icons/romualdi48x48.JPG" width="48" height="48" alt="" title="Adriano Romualdi" /><img src="http://www.centrostudilaruna.it/category-icons/storiacontemporanea48x48.jpg" width="48" height="48" alt="" title="Storia contemporanea" /><br/><p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="justify"><span style="font-size: small; font-family: Georgia; color: #000000;"><a title="Adriano Romualdi" href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/adriano-romualdi" target="_self"><img class="alignleft" style="float: left; margin: 5px;" src="http://www.voxnr.com/c_images/icono/0601/romualdi.jpg" alt="" hspace="5" vspace="5" width="155" height="200" align="left" /></a>Cata anno, quando april se approxima al fin e le vento de primavera  impulvera le stratas, le ruitose celebrationes de 25 de April avelle nos ab le  habitual pensatas pro revocar a nostre conscientia le tragic fin del guerra. Le  ruina politic e spiritual de Italia e de Europa. In veritate necun occasion es  plus propitie pro consentir nos de valutar adequatemente le entitate moral del  catastrophe: le bandiera al fenestras pro celebrar un disfacta militar, le  jubilo concorde del partito russe e del partito american que, a distantia de  tante annos, continua a representar le interesses de lor patronos contra le  interesse national europee, le ritos e le celebration de 25 de April avelle nos  ab le habitual pensatas e porta al pensatas del massacro e del odio  civil.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Georgia;"><span style="color: #000000;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="justify"><span style="font-size: small; font-family: Georgia; color: #000000;">Ma, a a parte le ritos commemorative, remane le dramatic  importantia del anniversario. Proque le guerra cuje fin se celebra non esseva  solo guerra civil e mundial ma le tragedia historic que ha portate al  disthronamento de Europa e ha transferite le insignia del commando del  territorio de nostre continente a Russia e a America. Con iste tragedia le poner  del Occidente, prophetisate<span> </span>per Spengler  in 1917, deveni un dur, evidente realitate.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Georgia;"><span style="color: #000000;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="justify"><span style="font-size: small; font-family: Georgia; color: #000000;"><img src="http://www.centrostudilaruna.it/immagini/leultimeoredelleuropa.bmp" alt="" hspace="4" vspace="4" width="175" height="250" align="right" />Il ha epochas in le historia, sovente concludite  in le breve tempore de menses o de annos, que arde<span> </span>ab lontano de inextinguibile splendor, como  insulate per un circulo de luce super le opac scena del historia del mundo.  Cingite per iste magic cinctura de foco homines e eventos reappare con irreal  lentor e ricchessa de detalios como le extreme profilar se de constructiones  inglutite per un incendio que flagra al horizonte in un nocte seren. Es le  epochas crucial, le epochas in le quales le angelo del historia batte con su  grande alas pro alleviation o pro terror del populos e in le quales, in le  tempores de pauc, tempestuose eventos, on decide le destinos del  civilitates.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Georgia;"><span style="color: #000000;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="justify"><span style="font-size: small; font-family: Georgia; color: #000000;">A iste epochas pertine le secunde guerra mundial, que marca  le lucta extreme de Europa contra le morte politic e se conclude con su longe,  desperate agonia. In illo omne breve episodio se crystallisa in le memoria del  seculos, omne figura subjace a un stilisation heroic, omne battalia deveni  epopeia e mytho.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Georgia;"><span style="color: #000000;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="justify"><strong><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Georgia;"><span style="color: #000000;">* * *</span></span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="justify"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Georgia;"><span style="color: #000000;"> </span></span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="justify">
<p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;" align="justify"><span style="font-size: small; font-family: Georgia; color: #000000;">Ab <em>Le ultime ore dell&#8217;Europa</em> (<em>Le ultime horas de Europa</em>), Edizioni  Ciarrapico, Roma 1976.</span></p>
<p>(traduction per S.  Leucio)</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.centrostudilaruna.it/finis-europae-portugal.html' addthis:title='Finis Europae ' ><a href="http://www.centrostudilaruna.it//addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;username=xa-4d2b47597ad291fb" class="addthis_button_compact">Share</a><span class="addthis_separator">|</span><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Alberto Lombardo su Julius Evola</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Apr 2008 15:55:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Michele Fabbri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Recensione del libro di Alberto Lombardo Evola, gli evoliani e gli antievoliani, Ed. Nuove Idee, Roma, 2006]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.centrostudilaruna.it/alberto-lombardo-su-julius-evola.html' addthis:title='Alberto Lombardo su Julius Evola '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><img src="http://www.centrostudilaruna.it/category-icons/evola48x48.JPG" width="48" height="48" alt="" title="Julius Evola" /><br/><p style="text-align: justify;"><a href="http://www.centrostudilaruna.it/autore/alberto-lombardo/">Alberto Lombardo</a>, brillante intellettuale dell’area antagonista e animatore del sito www.centrostudilaruna.it, è uno dei più qualificati studiosi del filosofo <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Julius Evola</a>, e ha pubblicato un libro che rappresenta un importante punto di riferimento per gli studi sul pensatore tradizionalista: <em>Evola, gli evoliani e gli antievoliani</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="nofollow" href="http://www.internetbookshop.it/ser/serdsp.asp?shop=2317&amp;isbn=9788875571832"><img class="alignright" style="border: 0; float: right; margin-left: 6px; margin-right: 6px;" src="http://www.centrostudilaruna.it/immagini/evola-antievoliani.bmp" border="0" alt="Alberto Lombardo, Julius Evola, gli evoliani e gli antievoliani. Tra tradizione e radicalismo, politica e apolitìa" /></a>Il saggio di <a href="http://www.centrostudilaruna.it/autore/alberto-lombardo/">Lombardo</a> ripercorre le tappe della carriera intellettuale di <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a>, partendo dalla biografia del filosofo, ricca di aneddoti curiosi ma anche di importanti connessioni con i grandi avvenimenti storici che si svolgevano nella prima metà del ‘900. In particolare è interessante il rapporto di <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a> col regime fascista, su cui molto si è favoleggiato e che ha offerto alla cultura progressista il pretesto per screditare l’opera di <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a>. In realtà <a href="http://www.centrostudilaruna.it/autore/alberto-lombardo/">Lombardo</a> mette in luce come la fase più significativa del percorso intellettuale di <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a> si svolga proprio nel dopoguerra, quando attorno a <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a> si raccolgono giovani intellettuali che intraprendono un percorso di critica alla modernità.</p>
<p style="text-align: justify;">Com’è noto <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a> fu implicato in processi nei quali era incriminato come presunto ispiratore di movimenti terroristici di estrema destra. <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a> fu prosciolto dalle accuse e la vicenda giudiziaria riuscì solo a mettere in risalto il goffo e ridicolo tentativo della magistratura democratica di infangare una delle figure più originali della cultura novecentesca.</p>
<p style="text-align: justify;">Il pensiero di <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a> è tutto volto a descrivere il declino della moderna civiltà occidentale e a richiamare i valori della Tradizione. Per questo le ideologie di estrema destra hanno visto in <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a> motivi di ispirazione per superare il nichilismo della modernità, ma lo stesso <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a> si tenne lontano da ogni attività operativa in campo politico: <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a> non fu mai iscritto ad alcun movimento politico e perfino durante il ventennio mussoliniano si rifiutò sempre di iscriversi al Partito Nazionale Fascista.</p>
<p style="text-align: justify;">La vera grandezza di <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a> ha cominciato ad emergere verso la fine del <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/storia/storia-contemporanea">XX° secolo</a>: la sua competenza in materia di esoterismo e di storia delle <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/temi/religione">religioni</a> lo rende una fonte insostituibile nel campo della comparazione tra le varie forme del mito e del sacro. Inoltre è molto interessante lo studio della storia a carattere tridimensionale proposto da <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a>.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a>, infatti, fu il traduttore italiano di quel testo capitale che è <em>La guerra occulta</em> di Malinsky e De Poncins, che è il punto di partenza di ogni ricerca storica che voglia andare al di là delle cause apparenti degli avvenimenti, poiché, come affermava lo stesso <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a>: “la somma dei fattori storici apparenti non è uguale al totale”.</p>
<p style="text-align: justify;">La parte più interessante del libro di <a href="http://www.centrostudilaruna.it/autore/alberto-lombardo/">Lombardo</a> è proprio quella sulla fortuna di <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a> nella seconda metà del <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/storia/storia-contemporanea">XX° secolo</a>. Nel 1970 Rutilio Sermonti elaborava un progetto di costituzione fondato sull’idea di gerarchia e su forme di democrazia qualificata che si ispirava alle società tradizionali e aristocratiche, con evidenti richiami al pensiero di <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a>. <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/adriano-romualdi">Adriano Romualdi</a>, poi, fu un appassionato studioso di <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a>, e lo citava spesso nelle sue proposte di cultura alternativa. In seguito il pensiero di <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a> ha influito sui tentativi di Franco Giorgio Freda di dar forma a movimenti politici antagonisti.</p>
<p style="text-align: justify;">Dunque <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a>, osannato da alcuni e demonizzato da altri, è stato sostanzialmente frainteso, ma il valore della sua opera emerge alla distanza come un <em>corpus</em> di idee imponente e al di là delle ideologie. Sempre più spesso le opere di <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a> vengono tradotte e ampiamente diffuse in lingue straniere, soprattutto in francese e in inglese. Inoltre la figura di <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a> è spesso studiata anche in rapporto alla poesia e alla pittura (<a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a> fu autore di opere poetiche e figurative nel periodo giovanile dadaista). Straordinaria, poi, è la diffusione di scritti critici su <a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/julius-evola">Evola</a> nella rete <em>internet</em>, dove si moltiplicano siti e forum dedicati a un autore di cui sono ormai consolidate la rilevanza e l’autorevolezza, e il cui pensiero si staglia come una delle più valide alternative al vicolo cieco della modernità.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>* * *</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Alberto Lombardo, <a rel="nofollow" href="http://www.internetbookshop.it/ser/serdsp.asp?shop=2317&amp;isbn=9788875571832"><em>Evola, gli evoliani e gli antievoliani</em></a>, Nuove Idee, Roma, 2006, pp.132, euro 12,00.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.centrostudilaruna.it/alberto-lombardo-su-julius-evola.html' addthis:title='Alberto Lombardo su Julius Evola ' ><a href="http://www.centrostudilaruna.it//addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;username=xa-4d2b47597ad291fb" class="addthis_button_compact">Share</a><span class="addthis_separator">|</span><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a></div>]]></content:encoded>
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		<title>Le tre prove</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2000 22:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tradizione Solare</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Le tre prove dello spirito secondo la filosofia di Rudolf Steiner]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.centrostudilaruna.it/letreprove.html' addthis:title='Le tre prove '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><img src="http://www.centrostudilaruna.it/category-icons/tradizione-solare48x48.png" width="48" height="48" alt="" title="Tradizione solare" /><br/><p style="text-align: justify;">Tra gli esercizi preliminari di purificazione (1) e le prove connesse agli Elementi (Fuoco, Acqua, Aria) non vi è una rigida successione cronologica. Le prove si manifestano durante tutto il corso dell’esistenza; l’esercizio sistematico consente più che altro di discernerle e di affrontarle consapevolmente.</p>
<p style="text-align: justify;">La prova del fuoco è legata al superamento degli ostacoli della vita ordinaria, alle sfide che il vivere nel mondo in una determinata epoca, nazione, famiglia comporta.</p>
<p style="text-align: justify;">La prova dell’acqua è connessa alla precisa determinazione dei propri compiti, del proprio dovere individuale.</p>
<p style="text-align: justify;">La prova dell’aria suscita l’amore per l’ascesi come fine a sé, come impulso connaturato a ogni uomo nobile, indipendentemente da ogni moralismo, da ogni paura per l’aldilà o speranza paradisiaca.</p>
<p style="text-align: justify;">Il riferimento al passaggio spirituale attraverso i grandi elementi, fuoco, acqua, aria, e alle due bevande dell’oblio e della memoria (l’Acqua di Lete, l’Acqua di Mnemosine) inseriscono chiaramente il cammino di conoscenza prospettatati da Steiner nel solco dei Misteri Classici. Non a caso l’occultismo tedesco dell’inizio del <a href="http://www.centrostudilaruna.it/storiacontemporanea.html">Novecento</a> si è denominato “<em>Anthropou-Sophia</em>” (Antroposofia), coniando un significativo composto di termini greci. Resuscitare il sentimento <a href="http://www.centrostudilaruna.it/religione.html">religioso</a> che fu proprio agli antichi Greci, ripetere le esperienze che si compivano nei Misteri dando però ad esse una forma assolutamente moderna, compatibile con le esigenze di vita di nazioni altamente tecnologizzate è il compito che la corrente spirituale sorta in Germania e diffusasi in tutta Europa si è posto.</p>
<p style="text-align: justify;">La prova del fuoco collettiva della nostra epoca storica consiste appunto nel riscoprire le radici antiche dell’Europa e di farle fruttificare nel presente, nella nostra civiltà che adopera il raggio <em>laser</em>, comunica attraversa i satelliti, ricerca nuove fonti di energia, esplora gli spazi siderali (2).</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="nofollow" href="http://www.internetbookshop.it/ser/serdsp.asp?shop=2317&amp;isbn=8804455217"><img style="border: 0pt none; margin: 10px;" src="http://www.centrostudilaruna.it/immagini/filosofiadellaliberta.bmp" border="0" alt="Rudolf Steiner, La filosofia della libertà. Linee fondamentali di una moderna concezione del mondo" width="95" height="159" align="right" /></a> Prima o poi nel corso della vita ogni uomo si trova a dover superare una PROVA DEL FUOCO: una esperienza di dolore, di delusione, un insuccesso o qualsivoglia difficoltà che attenda di essere affrontata con grandezza di animo. Il coraggio che si riesce a tirar fuori in quelle circostanze ha un valore che supera i confini della vita pratica, e si trasforma in forza di conoscenza dei mondi superiori. La grandezza d’anima, il coraggio suscitati dalle prove esistenziali facilmente si tramutano in energia e grazie a quella energia si possono compiere azioni portatrici di bene nella società degli uomini.</p>
<p style="text-align: justify;">L’anima coraggiosa riceve in premio la capacità di interpretare la Scrittura Occulta, vale a dire i segni che il divino lascia trapelare nel mondo sensibile, come tracce di una scrittura, come rune di un alfabeto cosmico. Chi non si abbatte nelle avversità ma avanza con calma in mezzo ad esse più facilmente riesce a leggere tali simboli e riesce a capire le azioni che il destino personale richiede di compiere.</p>
<p style="text-align: justify;">A tal punto, il discepolo è pronto per affrontare la PROVA DELL’ACQUA: essa consiste nel discernere – e nel compiere – la propria missione. Nella vita ordinaria molte cose si compiono per necessità: non bisogna disprezzare questo genere di cose, dal momento che la sorte ce le ha assegnate non senza motivo. Tuttavia l’iniziato accanto alle attività ordinarie compie delle azioni speciali – il cui significato spesso è imperscrutabile dall’esterno – queste azioni hanno una causa spirituale, non sono dettate dalla necessità terrena; per tale motivo compierle è come nuotare, ovvero muoversi liberamente in uno spazio senza appoggi.</p>
<p style="text-align: justify;">Leggendo la scrittura occulta della vita l’iniziato comprende i propri compiti; ma l’inesperto non si tragga in inganno: la missione di vita è sempre qualcosa di concreto e di realizzabile, non è una vaga aspirazione simile a un sogno. Essa è ciò che tu puoi, dunque devi fare. È il tuo dovere particolare: sia esso restaurare un impero oppure spazzare un cortile. Ogni desiderio torbido, ogni passione incontrollata offusca la capacità di percepire la via da intraprendere; così pure ogni fantasticheria della mente, ogni superstizione.</p>
<p style="text-align: justify;">Al di là delle azioni compiute per onorare il posto che si occupa nel mondo, vi è quella forma di azione assolutamente pura, che è l’ascesi, la formazione interiore. Ogni uomo nobile tende a conseguire il dominio di sé, lavorando sulla propria personalità come lo scultore lavora sul marmo: questo genere d’azione non è figlia della necessità, non è figlia del dovere, non la si compie per timore degli inferni o per speranze di salvezza, la si compie liberamente e per un atto di amore. La si compie con assoluta efficacia, indipendentemente da ogni condizione esterna: sia che si viva in un&#8217;isola deserta sia che si stia in un mercato generale.</p>
<p style="text-align: justify;">Chi concepisce tale forma di azione supera la PROVA DELL’ARIA e consegue una beatitudine nel profondo dell’anima. È però assolutamente vietato cedere a tentazioni monastiche: l’uomo della nostra tradizione non abbandona il proprio posto di combattimento per darsi all’eremitaggio. L’asceta che progredisce nell’esercizio spirituale si riconosce anzi dalla efficacia con la quale agisce nella vita quotidiana e dalla capacità di reagire immediatamente di fronte alle emergenze.</p>
<p style="text-align: justify;">Il superamento della prova dell’aria conferisce questa preziosa capacità occulta: che l’individuo acquista una forza eroica di decisione, e quando si abbatte attorno a lui un improvviso pericolo, allora egli con presenza di spirito prende decisioni senza incertezze.</p>
<p style="text-align: justify;">Chi ha conosciuto queste prove comincia a gustare la BEVANDA DELL’OBLIO: va incontro a profonde trasformazioni della propria natura; e come la bambina a un certo punto dimentica le bambole così la sua anima lascia cadere antiche abitudini, vecchie credenze, superstizioni e paure. Ad ogni istante l’iniziato riceve nuove rivelazioni dalla vita, e la sua mente è divenuta tanto percettiva da saperle cogliere.</p>
<p style="text-align: justify;">La BEVANDA DELLA MEMORIA dona invece all’anima la capacità di aver sempre presenti i segreti dei Sacri Misteri. Le realtà conosciute attraverso l’esercizio interiore si imprimono nella memoria e non richiedono ragionamento, riflessione per essere rievocate; le conoscenze occulte cominciano a fluire nella psiche come i succhi vitali nell’organismo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Note </strong></p>
<p style="text-align: justify;">1. cfr. AP., <a href="http://www.centrostudilaruna.it/esercizidiformazionerudolfsteiner.html">Esercizi di formazione (su Rudolf Steiner)</a>.<br />
2. cfr. <a href="http://www.centrostudilaruna.it/romualdispeciale.html">Adriano Romualdi</a>, <em>Sul problema di una Tradizione Europea</em>, Edizioni di Vie della Tradizione, Palermo.</p>
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		<title>Zolla e la scomparsa dell&#8217;intellettuale vero</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2000 21:30:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alberto Lombardo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Un ricordo dello studioso e scrittore scomparso nel 2002]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.centrostudilaruna.it/zollalombardo.html' addthis:title='Zolla e la scomparsa dell&#8217;intellettuale vero '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><img src="http://www.centrostudilaruna.it/category-icons/letteratura48x48.png" width="48" height="48" alt="" title="Letteratura" /><img src="http://www.centrostudilaruna.it/category-icons/buddha.jpg" width="48" height="48" alt="" title="Religione" /><br/><p style="text-align: justify;"><a rel="nofollow" href="http://www.internetbookshop.it/ser/serdsp.asp?shop=2317&amp;isbn=8817010367"><img class="alignright" style="border: 0pt none; margin: 10px;" src="http://www.centrostudilaruna.it/immagini/ilconoscitoredisegreti.bmp" border="0" alt="Grazia Marchianò, Elémire Zolla, Il conoscitore di segreti" width="95" height="153" align="right" /></a> Molte parole della nostra lingua sono abusate e utilizzate per indicare concetti diversi da quelli cui dovrebbero riferirsi, secondo il significato loro proprio: un chiaro esempio in questo senso ci è dato dal termine <em>intellettuale</em>. Non solo, infatti, questo vocabolo viene impiegato per designare ogni sorta di individuo che prenda in mano la penna o che pronunci parola nei convegni di &#8220;cultura&#8221;, ma anche il termine <em>intelletto </em>(da cui il primo direttamente deriva) viene generosamente esteso a campî ove ben difficilmente fa ingresso. Ebbene, <span class='bm_keywordlink'><a href="http://www.libriefilm.com/category/autori/elemire-zolla" target="_blank">Elémire Zolla</a></span> è stato un intellettuale, e lo è stato nel senso etimologico del termine (che è poi l&#8217;unico legittimo), vale a dire un uomo capace di <em>intus legere </em>- e per ciò stesso intelligente. Come scrisse infatti <span class='bm_keywordlink'><a href="http://www.centrostudilaruna.it/autore/rene-guenon/">René Guénon</a></span>, &#8220;l&#8217;intelletto, in quanto principio universale, potrebbe essere concepito come ciò che contiene la Conoscenza Totale&#8221; (<em>Gli stati molteplici dell&#8217;essere</em>) e l&#8217;intuizione intellettuale &#8220;è contemporaneamente il veicolo della conoscenza e la conoscenza stessa, e in essa il soggetto e l&#8217;oggetto si identificano e si unificano&#8221; (<em>Introduzione generale allo studio delle dottrine indù</em>).</p>
<p style="text-align: justify;"><span class='bm_keywordlink'><a href="http://www.libriefilm.com/category/autori/elemire-zolla" target="_blank">Elémire Zolla</a></span> ha avuto un suo preciso e significativo ruolo nel mondo della cultura, quello che ne ha fatto un emblematico pensatore, solitario in uno squallido panorama di conformisti ad ogni costo. Infatti l&#8217;ambiente della asfittica cultura ufficiale accademica, completamente egemonizzata dai rispettivi materialismi e relativismi alla Freud, Marx ed Einstein non vide mai di buon occhio (e d&#8217;altronde, come avrebbe potuto?) uno studioso così &#8220;sulfureamente&#8221; attento alle <a href="http://www.centrostudilaruna.it/religione.html">religioni</a>, all&#8217;alchimia, alla gnosi, al mito, alle culture tradizionali, all&#8217;esoterismo, alla spiritualità d&#8217;Oriente e Occidente: argomenti che sin troppe volte abbiamo dovuto sentir bollati come &#8220;arbitrarî&#8221;, &#8220;irrazionali&#8221;, e spesso anche come &#8220;fascisti&#8221; dagli inquisitori della cultura ufficiale.</p>
<p style="text-align: justify;">Zolla aprì dunque una breccia assai pericolosa in quella muraglia editoriale: da lì infatti, con le sue incursioni, sarebbero filtrati, prima come un rivolo e poi con forza sempre più impetuosa, testi, idee, autori e prospettive di eccezionale importanza, prima celati o condannati all&#8217;invisibilità, spesso anche perché pubblicati da minuscole case editrici di destra. <a href="http://www.centrostudilaruna.it/cattabiani.html">Alfredo Cattabiani</a>, che ebbe Zolla come direttore di collana (insieme ad Augusto del Noce) quando dirigeva Borla, prima, e come consulente presso Rusconi, successivamente, lo ha ricordato su <em>Avvenire </em>con queste parole: &#8220;Ha avuto due meriti indiscutibili: di avere percorso fin dagli anni &#8217;50 l&#8217;itinerario di liberazione dai fantasmi ideologici, abbandonando i territori della cultura strumentale per giungere a quelli che hanno come fondamento il primato della contemplazione. In questo viaggio [...] ha avuto anche modo di educare le nuove generazioni con i convegni che organizzò alla fine degli anni &#8217;60 presso l&#8217;Istituto Accademico di Roma, scoprendo scrittori e studiosi italiani, allora sconosciuti, da <span class='bm_keywordlink'><a href="http://www.libriefilm.com/category/autori/guido-ceronetti">Guido Ceronetti</a></span> a Giuseppe Sermonti [...]: ricorderò fra tanti altri <span class='bm_keywordlink'><a href="http://www.centrostudilaruna.it/sezioni/autori/mircea-eliade/">Mircea Eliade</a></span>, <span class='bm_keywordlink'><a href="http://www.centrostudilaruna.it/autore/rene-guenon/">René Guénon</a></span>, J.R.R. Tolkien, lo storico dell&#8217;arte Hans Sedlmayr, il lama tibetano Chögyam Trungpa, il rabbino Abraham Heschel, Pavel Florenskij o Giorgio de Santillana&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Ciò che più vale dell&#8217;opera di Zolla è il penetrante sistema cognitivo, che egli applicò al tantrismo e alla magia, all&#8217;alchimia e alla filosofia induista e via dicendo ai vari argomenti di cui si occupò: un metodo alquanto libero (tanto che si trae la sensazione, talvolta, di &#8220;perdersi&#8221; nella sua lettura) ma di un&#8217;efficacia suggestiva talmente intensa da risultare quasi ipnotica.</p>
<p style="text-align: justify;">Però al tempo stesso, poiché la forma è anche (ed essenzialmente) sostanza, ciò che vi è di più valido in Zolla spesso si rovescia nel suo opposto. Sebbene probabilmente non sia molto garbato né appropriato muovere critiche o avanzare riserve su un autore appena scomparso, inquadrarne la figura intellettuale nel suo complesso è però giusto, poiché contribuisce a fornirne un&#8217;immagine completa. Ebbene, quel peculiarissimo stile di <span class='bm_keywordlink'><a href="http://www.libriefilm.com/category/autori/elemire-zolla" target="_blank">Elémire Zolla</a></span>, che tanto affascina i lettori, quello stile cioè che <a href="http://www.centrostudilaruna.it/romualdispeciale.html">Adriano Romualdi</a> trent&#8217;anni fa definì &#8220;lambiccato e inquieto&#8221;, è sì capace di elevarsi verso altezze notevolissime, sulle ali della fantasia creatrice, quanto di penetrare le oscurità profonde, seguendo il filo di ardite speculazioni: ma ciò che immancabilmente si trae dalla sua lettura, dal suo stile vibrante, è la sensazione di uno sviamento, di una perdita di coscienza &#8220;pericolosa&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Per chiarire per quanto possibile questo punto, occorre avvicinarsi più da vicino ai temi cari all&#8217;autore. Spesso nell&#8217;opera di Zolla si trova il riferimento agli stati trascendenti della coscienza: si tratta infatti di un <em>Leitmotiv</em>, di un tema conduttore dei suoi studî sui quali indubbiamente la preparazione dell&#8217;autore è amplissima, e che fornisce una messe notevole di informazioni e spunti. Ma la concezione degli stati estatici di Zolla è essenzialmente di tipo mistico, non magico: l&#8217;estasi appare cioè quasi come una forma più ampia della <em>trance</em>, e in essa ricadono dunque &#8211; con toni spesso quasi indifferenti &#8211; le visioni dei santi medievali, le evocazioni degli antichi baccanali, le <a href="http://www.modaedesign.com/">illuminazioni</a> dei monaci tibetani, ma anche i fumi dell&#8217;oppio dei &#8220;poeti maledetti&#8221;, i riti coribantici dell&#8217;Africa nera, persino gli &#8220;sballi&#8221; dei giovani odierni o della realtà virtuale (specialmente di quella ventura e perfettibile). Tutto rientra, in questa grande visione dell&#8217;estasi, nel composito insieme delle vie di &#8220;uscita dal mondo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Il sacro, sostenne il grande storico delle <a href="http://www.centrostudilaruna.it/religione.html">religioni</a> <a href="http://www.centrostudilaruna.it/eliadebiblio.html">Mircea Eliade</a>, non cessa mai di esistere: tutt&#8217;al più esso si cela, mutando continuamente le proprie forme, e sopravvive persino nelle società più secolarizzate ed apparentemente non <a href="http://www.centrostudilaruna.it/religione.html">religiose</a> o antireligiose. Questo è certo il caso anche della tensione al sovrannaturale, ma la chiarezza è necessaria, dati i pericoli che corre chi si avvia sulla strada dell&#8217;&#8221;uscita dal mondo&#8221;. Contro le perplessità di Zolla al proposito (dovute probabilmente alla sua particolare vocazione &#8220;mistica&#8221;), la preparazione adeguata è necessaria a non smarrirsi.</p>
<p style="text-align: justify;">Il mondo del sovrannaturale si può infatti ben rappresentare con quello descritto da Collodi nel <em>Pinocchio</em>, un&#8217;opera davvero ricca di sapienza ermetica (neppure troppo celata): il Paese dei Balocchi non è come appare, e chi non abbia la necessaria preparazione per inoltrarvisi ne rimane trasformato, sfigurato. Allo stesso modo, chi si cala negli &#8220;inferi&#8221; della coscienza profonda, o nel ventre della balena, non sempre trova la strada del ritorno e persino mette in grave pericolo il nocciolo della sua esistenza.</p>
<p style="text-align: justify;"><span class='bm_keywordlink'><a href="http://www.libriefilm.com/category/autori/elemire-zolla" target="_blank">Elémire Zolla</a></span>, che è stato uno degli ultimi grandi scrittori &#8211; stregoni di questo secolo, non volle insistere su questo aspetto. E fu forse questo a renderlo noto e caro a così tanti lettori, e al tempo stesso il vero limite della sua grandezza.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>* * *</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tratto da <em>La Padania </em> del 6 giugno 2002.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="nofollow" href="http://tracker.tradedoubler.com/click?p=10388&amp;a=915108&amp;g=0&amp;url=http://www.ita-bol.com/bol/main.jsp?action=bollibri&amp;tipoContrib=AU&amp;codPers=0000280">TUTTI I LIBRI DI ELEMIRE ZOLLA</a></p>
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		<title>Profilo di Adriano Romualdi</title>
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		<pubDate>Sat, 01 Jan 2000 19:40:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alfonso Piscitelli</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Un breve, intenso profilo di Adriano Romualdi, maestro di una generazione della destra radicale]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.centrostudilaruna.it/piscitelliprofiloromualdi.html' addthis:title='Profilo di Adriano Romualdi '  ><a class="addthis_button_facebook_like" fb:like:layout="button_count"></a><a class="addthis_button_tweet"></a><a class="addthis_counter addthis_pill_style"></a></div><img src="http://www.centrostudilaruna.it/category-icons/romualdi48x48.JPG" width="48" height="48" alt="" title="Adriano Romualdi" /><br/><p style="text-align: justify;"><a href="http://www.centrostudilaruna.it/romualdispeciale.html">Adriano Romualdi</a> nacque in un crepuscolo e morì fin troppo giovane. E il fatto di aver pubblicato in soli 33 anni di vita libri e articoli di gran lunga più intelligenti rispetto alla media della pubblicistica di destra contribuì a far sorgere sul suo conto qualche leggenda; mai confermata, ma neppure smentita dagli affezionati.</p>
<p style="text-align: justify;"><a rel="nofollow" href="http://www.internetbookshop.it/ser/serdsp.asp?shop=2317&amp;isbn=8871981723" target="_blank"><img style="border: 0pt none; margin: 10px;" src="http://www.centrostudilaruna.it/immagini/fascismorepubblicano.bmp" border="0" alt="Pino Romualdi, Fascismo Repubblicano" width="200" height="310" align="right" /></a> Suo padre era quel Pino Romualdi che fu vicesegretario del Partito Fascista di Salò e poi fondatore del MSI. Uomo con le palle, che nel 1946, quando ancora pendeva sul suo capo una condanna a morte, contrattava con il fronte repubblicano il voto dei fascisti al referendum. Forse fu proprio l’apporto dei “repubblichini” di Romualdi a far diventare l’Italia repubblicana… alla faccia del “nata dalla resistenza”!</p>
<p style="text-align: justify;">Ma la leggenda di Adriano risale a qualche anno prima, quando Pino Romualdi e signora vivevano fianco a fianco con il Duce. Pare che la signora fosse gagliarda e che Lui si fosse compiaciuto di lasciarle un ricordino. Il giovane Adriano – fronte monumentale, occhi brillanti – sarebbe stato un Mussolini naturale. Questa storiella gustosa è ovviamente falsa. Adriano nacque nel 1940, il padre divenne uno stretto collaboratore di Benito solo negli anni della Repubblica Sociale. <em>Ergo</em>, nessuna inseminazione eterologa nei saloni del regime.</p>
<p style="text-align: justify;">Con Mussolini non ebbe in comune il sangue, ma perlomeno l’origine romagnola e il vezzo di parlar tedesco. Mentre i nostalgici leggevano Pisanò, Romualdi studiava <a rel="nofollow" href="http://tracker.tradedoubler.com/click?p=10388&amp;a=915108&amp;g=0&amp;url=http://www.bol.it/libri/autore?action=bollibri&amp;tipoContrib=AU&amp;codPers=0005578">Spengler</a>! E capiva che il punto di vista del piccolo nazionalismo era ormai datato, inservibile. Il fascismo aveva perso la guerra perché l’aveva impostata secondo i criteri delle rivendicazioni ottocentesche (“Nizza-Savoia-Corsica-Gibuti”), mentre invece la storia tendeva a scavalcare le nazioni e a ragionare per grandi spazi.</p>
<p style="text-align: justify;">I neofascisti si erano impuntati nell’errore e perpetuavano battaglie un po’ patetiche per difendere … Bolzano dai Tedeschi. Ma il ragazzo era a Berlino con il padre quando i comunisti squartarono la città e consolidarono l’unica vera frontiera che contasse nella seconda metà del <a href="http://www.centrostudilaruna.it/storiacontemporanea.html">Novecento</a>: quella tra Occidente e Impero comunista. Romualdi capì che bisognava ragionare per grandi spazi e contrapporre al Moloch marxista una nuova “cultura europea”, libera dalle oleografie dei patriottismi ottocenteschi, ma proiettata verso la conquista di nuovi traguardi industriali, tecnologici, scientifici. Adriano aveva qualcosa di futurista, si compiaceva che Werner von Braun avesse portato gli Americani sulla Luna,a bordo di capsule chiamate “Saturno”, “Apollon”, “Arianna”. Considerava i comunisti dei bestioni, ma in fondo li invidiava perché avevano saputo mettere il loro naso nelle più moderne scienze: l’antropologia, la sociologia, la psicologia.</p>
<p style="text-align: justify;">Ecco cosa mancava all’altra parte: la capacità di assimilare le rivoluzionarie acquisizioni delle nuove discipline. La destra indugiava ancora nel salotto di nonna Speranza mentre <a title="Konrad Lorenz" href="http://www.libriefilm.com/category/autori/konrad-lorenz">Konrad Lorenz</a> “dialogando” con i lupi, come un San Francesco all’incontrario, dimostrava che l’aggressività non era sempre un male; e uno psicologo ebreo Eysenck passava i guai in America per aver detto che gli uomini non sono tutti uguali…</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>* * *</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Tratto da <em>L&#8217;Indipendente </em>del 7 dicembre 2004.</p>
<div class="addthis_toolbox addthis_default_style " addthis:url='http://www.centrostudilaruna.it/piscitelliprofiloromualdi.html' addthis:title='Profilo di Adriano Romualdi ' ><a href="http://www.centrostudilaruna.it//addthis.com/bookmark.php?v=250&amp;username=xa-4d2b47597ad291fb" class="addthis_button_compact">Share</a><span class="addthis_separator">|</span><a class="addthis_button_preferred_1"></a><a class="addthis_button_preferred_2"></a><a class="addthis_button_preferred_3"></a><a class="addthis_button_preferred_4"></a></div>]]></content:encoded>
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